Colégio Americano de Cardiologia emite alerta sobre proteína animal



O Colégio Americano de Cardiologia publicou uma revisão de algumas das dietas populares e hábitos alimentares que são promovidos para a saúde cardiovascular. O objetivo é fornecer aos médicos informações precisas para o aconselhamento dos pacientes no cenário clínico.

As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no mundo. Por isso, é importante que as pessoas entendam quais fatores de estilo de vida podem diminuir o risco. A dieta, por exemplo, é a chave para prevenir doenças. Uma alimentação baseada em vegetais integrais, além da prevenção, pode interromper e reverter a progressão das doenças cardiovasculares existentes.

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De acordo com o Dr. Kim Williams, presidente do Colégio Americano de Cardiologia, existem dois tipos de cardiologistas: os veganos e aqueles que não leram as evidências. “Todas as fontes de proteína animal (ovos, peixes, aves, carnes vermelhas e processadas) aumentaram a mortalidade por todas as causas, se comparadas à proteína vegetal”, comenta o especialista.

A carne vermelha processada está associada a mais mortes cardiovasculares, enquanto o consumo de ovos a mais mortes por câncer. O aumento da ingestão de proteína vegetal foi inversamente associado às taxas de mortalidade, reforçando as recomendações para substituir a proteína animal pela proteína vegetal.

As evidências também indicaram que uma dieta predominantemente baseada em vegetais está associada a melhores fatores de risco de doença cardiovascular aterosclerótica (ASCVD), redução da progressão da doença cardíaca coronariana (CHD), efeitos benéficos sobre ASCVD e importante papel na redução do risco da doença.

As proteínas vegetais atuam no crescimento, desenvolvimento e reparação muscular, por isso muitos esportistas e atletas fazem uso de suplementos alimentares. No Brasil, a proteína Sunwarrior está começando a ganhar destaque por ser extraída do grão de arroz e ser mais nutritiva, quando comparada a outros cereais, além de ser hipoalergênica. Para quem busca uma alimentação zero soja, zero lactose, zero glúten e zero transgênicos e conservantes, essa é uma ótima opção.





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